em
realidade. E não podemos esquecer de legalizarmos nossa condição como mãe empreendedora.
Muitas
vezes não queremos nos preocupar com essa parte mais complicada, mais
burocrática, mas a formalização e legalização do negócio é um ponto muito
importante.E o caminho mais simples para sair da informalidade é se
tornar um Microempreendedor Individual.
No
Brasil já são 5 milhões de microempreendedores. As mulheres têm
grande participação nas atividades do MEI. Somos metade dos MEIs no Brasil!
Para
ser um microempreendedor individual, é necessário faturar hoje até R$ 60.000
por ano ou R$ 5.000 por mês, não ter participação em outra empresa como sócio
ou titular e ter no máximo um empregado contratado que receba o salário-mínimo
ou o piso da categoria.
Formalizando-se
como empreendedora, você passa a ter CNPJ, o que facilitará a abertura de conta
bancária e a emissão de notas fiscais. O MEI tem direito aos benefícios
previdenciários, como auxílio-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria, entre
outros.
O
MEI é enquadrado no Simples Nacional e fica isento dos tributos federais
(Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). A diferença é que os
microempreendedores pagam um valor fixo por mês, R$ 40,40 (comércio e
indústria), R$ 44,40 (prestação de serviços) ou R$ 45,40 (prestação de
serviços, comércio e indústria)., por meio do Documento de Arrecadação do Simples
Nacional (DAS), uma guia de recolhimento emitida através do Portal do
Empreendedor e recebe um carnê para pagamento pelos Correios.
Além da atividade principal, o MEI
pode registrar até quinze ocupações para suas atividades secundárias. A cada
ocupação registrada será atribuído um código de Classificação Nacional de
Atividades Econômicas (CNAE). Para se formalizar é só acessar o Portal
do Empreendedor!
Conheça
nesse infográfico um perfil do MEI no Brasil:
fonte: mães empreendedoras e sebrae

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