Por Michelle Prazeres
O workshop, segundo Anna Marcia, é um convite à reflexão e ao autoconhecimento. E, de fato, é isso que acontece. Com dinâmicas e ferramentas próprias e uma metodologia leve e ao mesmo tempo eficaz de conduzir as discussões, a facilitadora promove reflexões ricas e profundas sobre a vida das participantes, seus modos de se relacionar com outras pessoas, com o mundo e consigo mesmas.
A expectativa é
de que as participantes consigam atingir o estado de vigilância psicológica que
é objetivo do processo de coaching.
Claro que nada é automático, vai ser preciso muito tempo para digerir tanto
aprendizado...
Mas o que ficou
marcante pra mim – que fui apresentada ao coaching nesta ocasião e já me apaixonei - foi
a possibilidade de o auto(re)conhecimento permitir que você se antecipe a seu
modo de agir “padrão” e fuja dele em situações que isso pode te sabotar.
Para chegar a
isso, trabalhamos questões como comunicação, valores pessoais, estados de ego e
gestão de mudanças, passando pela interessante discussão de “quem é o seu
sabotador”?
A vigilância
deflagrada pelo processo de coaching pode ajudar especialmente em momentos
de mudança e tomada de decisão. Por isso, a relação com a gravidez e a
maternidade, que são momentos que, se vividos com intensidade, podem ser
“gatilhos” de grandes, profundas e perenes transformações e conquistas, tanto
internas quanto externas.
Em entrevista, Anna Marcia fala sobre
esta relação entre o coaching e a maternidade. Ela
afirma que a gravidez e a maternidade são momentos em que é comum a mulher
olhar pra si e se repensar e por isso é comum também repensar o eixo
profissional. “O coaching dá asas para este
borbulhar e oportunidade para organizar as coisas e obter respostas sólidas,
que venham da própria pessoa”, explica Anna.
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