quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Os dez piores motivos para se começar uma empresa

 Rede Mulher Empreendedora.



A dica de hoje foi dada por Martin Zwilling no blog Startup Professionals Musings.

Estatísticas comprovam que 50% de novas empresas fecham em 5 anos, e a maioria das sobreviventes também virá a falência eventualmente. Se você não quer entrar nessas estatísticas, considere todas as alternativas na hora de começar um novo negócio, principalmente se você está sendo impulsionado por uma das perspectivas abaixo:

1.“Estou cansado de trabalhar pesado e ficar estressado o tempo todo”
Começar um negócio é mais trabalho e mais stress do que qualquer empregado jamais sonhará em ter. Não se engane, problemas pessoais e de saúde não vão embora só porque você está começando a empreender.

2.“É o meu hobby mesmo, porque não fazer dele um negócio?”
O problema aqui é que a maioria dos hobbies custam dinheiro ao invés de dar dinheiro. Só porque você gosta de fazer não quer dizer que alguém pagaria para fazê-lo também.

3.“Estou desesperado desde que não encontro um trabalho no qual eu me encaixe”
Dependendo do local onde você mora, realmente deve estar difícil de se encontar um trabalho. Mas desespero não faz um bom empreendedor e nesta situação você provavelmente não terá recursos para começar um negócio.

4.“Minha família sempre esteve no mundo dos negócios, está no sangue”
Bons empreendedores realmente possuem algumas qualidades inatas, mas não está completamente comprovado que essas características são herdadas. Se suas paixões estão em outro lugar, não tente gerir os negócios de sua família.

5.“Eu juntei algum dinheiro, acho que começar um negócio será um bom investimento”
É bem difícil começar uma empresa completamente sem dinheiro, porém o fato de você tê-lo não significa que deve abrir uma empresa, além do mais abrir um negócio é um investimento de risco.

6.“Eu tenho tempo sobrando e gostaria de ter uma segunda renda”
Empreender não pode ser considerado um segundo trabalho. Se você precisa de dinheiro, recomendo procurar um trabalho de meio período em uma empresa já existente.

7.“Eu odeio ter um chefe e ser somente o empregado”
Quando você começa uma empresa seus clientes, fornecedores, investidores, sócios e mais várias pessoas se tornarão seus novos “chefes”. E elas provavelmente serão mais difíceis de agradar que seu atual chefe da empresa.

8.“Todos os meus amigos tem empresas e parecem estar se dando bem”
Não acredite na maioria das conversas de seus círculos sociais. A maioria das pessoas vêem só “as pingas” que os empreendedores tomam e não “os tombos” que levam.

9.“Eu quero ser rico, então vou começar uma empresa”
Se ficar rico for seu único sonho, empreender pode ser algo desmotivador. Não há muitas evidências de que empreendedores ganham, na média, mais dinheiro do que outros profissionais. As evidências só comprovam que o risco de falência do lado empreendedor é maior do que do lado funcionário de empresa.

10.“Meu objetivo primário é contribuir em algo para a sociedade”
Isso é algo que deve motivar um empreendedor, mas coloque-o como algo que venha como prioridade após sua empresa ter algum sucesso e você tiver mais recursos para fazê-lo. Porém, se mudar o mundo é sua maior motivação e dinheiro não é uma preocupação, então faça, e não deixe nada o fazer parar.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Brasileira é a mais empreendedora do mundo

Taxa de empreendedoras no Brasil é de 12%, três vezes superior a média mundial de 4%.


Fonte: 
Fator Brasil

A mulher brasileira é a que mais empreende no planeta. A constatação foi feita por uma pesquisa da consultoria internacional Grant Thornton, realizada com 11 mil empresas de 39 economias. O centro constatou que a taxa de empreendedoras no Brasil é de 12%, superando a média mundial que fica em 4%.

Na gestão das empresas brasileiras, as mulheres estão competindo em pé de igualdade com os homens. Das 21,1 milhões de pessoas à frente de negócios com até 42 meses de existência, 49,3% são do sexo feminino. Os dados são da pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), divulgada pelo Sebrae.

No Espírito Santo, a presença feminina em cargos de gestão também é marcante. Das mais de 12 mil pessoas fisicas registradas no CRA-ES, 49% são mulheres. No caso das pessoas jurídicas, o domínio delas é mais evidente: 85% dos respectivos administradores responsáveis técnicos são mulheres.

Características-Para a Conselheira do CRA-ES – Conselho Regional de Administração do Espírito Santo, Marly de Lurdes Uliana, a mulher adquiriu a capacidade única de desempenhar várias funções simultaneamente, uma vez que são, ao mesmo tempo, mães, profissionais, esposas e donas de casa. “A presença feminina é muito evidente no setor de prestação de serviços, no qual as relações interpessoais são mais valorizadas. Nossa sensibilidade também trabalha a favor quando as metas são claras”, analisa.

A mulher empreendedora tem a qualidade de saber administrar vários problemas simultaneamente, por ser, ao mesmo tempo, mãe, profissional, esposa e dona de casa. Ela está presente principalmente no setor de prestação de serviços, em que a proximidade entre pessoas e o trajeto social são mais valorizados. Os objetivos e as metas são mais definidos e claros, desde a elaboração do projeto até a implantação e o desenvolvimento. Por esses motivos, segundo consultores do Sebrae, empresas criadas por mulheres vão menos à falência que as lideradas por homens.

Vantagens da mulher empreendedora sobre os homens: . Conhece melhor o mercado no qual pretende ingressar|. É mais estável e mais bem preparada e planeja melhor|. É menos confiante, portante, mais precavida |.Equilibra melhor a vida pessoal da profissional|. Gasta uma fração – de cerca de 30 a 50% - do capital que um homem usa para abrir um negócio.

sábado, 26 de setembro de 2015

Donas do próprio negócio - cresce número de empreendedoras no Brasil

A notícia dá conta de que o empreendedorismo feminino no Brasil está entre os maiores do mundo. E as mamães certamente contribuem para estas estatísticas aumentarem!


Leia a nota abaixo.

Entre os 21,1 milhões de pessoas que administram empresas em estágio inicial, ou seja, até três anos e seis meses de idade, 50,7% são do sexo masculino e 49,3%, feminino. Os dados são da GEM 2010 (Global Entrepeneurship Monitor), divulgados pelo Sebrae.

O Brasil já conta com 10 milhões de empreendedoras e esse número vem crescendo desde 2006. O levantamento revela ainda que 70,4% das mulheres estudam antes de abrir um negócio. E segundo dados do Instituto Empreender Endeavor Brasil de 2010, 61,5% das empreendedoras inovam mais em marketing do que os homens.

A taxa de crescimento do empreendedorismo no país é a maior da década: 17,5% entre os brasileiros com idades de 18 a 64 anos. A maior parte das empreendedoras brasileiras, 22,2%, tem entre 25 e 34 anos. E 58% delas investiram até R$ 10 mil para abrir a empresa. Em termos globais, este valor é considerado pequeno.



Nota publicada no site Bolsa de Mulher.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Mãe ou profissional? Escolha os dois!

São muitas as questões em jogo quando o assunto é maternidade e trabalho. A reportagem traz algumas destas dimensões. Vale a leitura.



A apresentadora Angélica ficou apenas dois meses de licença-maternidade e, apesar de poder levar Joaquim para amamentar e de ser uma mãe que trabalha bem resolvida, ela confessa que se sentiu culpada. A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, passou seis meses afastada do trabalho e quando deixou João Augusto no berçário pela primeira vez, desmoronou. “Passei por todos os dramas, chorei, me perguntei o que estava fazendo, enfim...” Foi difícil. Como foi para a estilista Fernanda Franken, que, após quatro meses de licença quando Davi nasceu, trabalhou quase um ano e decidiu que era hora de trocar de emprego. Pediu demissão da empresa e acabou montando, aos poucos e no seu tempo, sua própria confecção, em casa.

Se a grande maioria das mães que trabalha fora se sente culpada e queria mais tempo ao lado dos filhos, é na hora de deixar o bebê pela primeira vez e retornar ao emprego que essa culpa atinge seu ápice. OK, a gente sabia que esse momento chegaria – a pesquisa que CRESCER fez com 5.009 mulheres que são mães e profissionais revelou que 56% delas levaram em conta a carreira quando decidiram engravidar, mas mostrou também que 72% sentem culpa justamente por trabalhar fora. Afinal, por que a gente se sente assim?

Se formos simplificar bem, ficamos culpadas porque ainda temos como ideal o modelo antigo da maternidade, no qual a mulher cuidava da casa e dos filhos (e de si mesma) de maneira impecável e estava sempre muito perto da perfeição. Por querermos, hoje, atingir essa perfeição e ainda ter uma carreira de sucesso (afinal, se a Angelina Jolie dá conta...), nos sentimos sobrecarregadas, muitas vezes exaustas e, a cada dia, vamos acumulando funções. Claro que, ao tentar cumprir todos esses papéis, descobrimos que vivemos sem tempo e, infelizmente, não dá para esticá-lo.

Então, cansadas e culpadas, se alguém nos perguntar de imediato se querermos deixar de trabalhar, a resposta tende a ser sim! Mas, poucos minutos depois, a gente pensa melhor e descobre que talvez não seria feliz se não trabalhasse fora. Assim como não gostaríamos nem um pouco se nossos filhos acordassem de madrugada choramingando “papai, vem aqui...”, em vez de “mamãe”. É, somos geralmente mais rápidas, eficientes, organizadas, etc., etc., etc. (pesquisa da Universidade Tufts, nos EUA, mostrou que o comportamento maternal estimula a criação de novos neurônios em fêmeas de ovelhas e que o mesmo pode ocorrer em seres humanos!), mas também somos controladoras e gostamos desse “poder” que temos de sermos mães, profissionais e mulheres independentes. Ufa! Quanta coisa em um parágrafo, não é? Vamos por partes.

Revista Crescer.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Dicas à empreendedora

Não acho que ninguém possa dar uma fórmula de como ser uma boa ou melhor empreendedora.

Cada uma sabe de sua vida melhor do que ninguém!
E só nós, mães, sabemos como é a nossa bela e dura jornada.

No entanto, gosto sempre de divulgar estas listas com dicas práticas, porque acredito que algumas vezes, elas trazem uma dose de pragmatismo (positivo para alguns momentos) e também podem gerar bons insights.
1) Esteja preparada para uma longa jornada;
2) Aprenda a conviver bem sozinha, com você mesma, sem a necessidade de plateias ou colegas de jornada;
3) Saiba motivar-se sem a assistência de ninguém, e por favor, fuja dos manuais de autoajuda. Você corre o risco de uma atrofia intelectual e nenhum negócio sobrevive a uma empresária assim. No lugar disso, caso necessite de apoio profissional psicológico - e não há nenhum demérito nisso - recorra a um psicanalista, ele poderá ser bastante útil;
4) Conquiste o apoio da família e daqueles que lhes são caros;
5) Adquira rapidamente um profundo senso de disciplina e organização;
6) Ao fundar a empresa com sua razão social, contrate um eficiente escritório de contabilidade. Nesse caso evite contadores amigos ou parentes, priorizando a capacidade e profissionalismo. Depois de contratado organize-se ao máximo com toda a documentação e não se esqueça de fiscalizar a organização do próprio contador;
7) Estabeleça um local de trabalho. Pode ser na sua casa inicialmente, e nesse caso tente estabelecer o seu canto da forma mais funcional possível de forma que ao entrar no recinto se sinta desconectada da sua residência. Outra alternativa ainda melhor, seriam os serviços de coworking ou de escritório virtual.
8) Em casa ou fora dela, trabalhe ancorada em uma rigorosa rotina cotidiana. Isso garante disciplina, produtividade e resultados, além de ser preventivo a uma eventual depressão em função do estresse associado ao conjunto de tantas mudanças;
9) Cuide da saúde. Ela é o seu principal ativo. Caso adoeça e tenha que sair do ar, a sua empresa simplesmente deixa de existir. Pense nisso;
10) Encare com naturalidade o fato de ter que ajustar o seu modelo de negócios ou forma de trabalho com uma certa frequência. Esse processo faz parte do período de maturação.
11) Trabalhe com clareza de objetivos e metas, zelando para que sejam executáveis e realistas. Caso contrário nem você mesma vai conseguir levar a sério aquilo que estabeleceu;
12) Compense a falta de porte ou a inexistência de uma "placa" famosa e renomada com eficiência, velocidade de resposta, organização, metodologia e rigor no cumprimento de prazos. Tenha certeza, você não apenas vai surpreender, mas vai conquistar espaços reservados a grandes nomes;
13) Seja acessível e veloz nos retornos. Isso vale para o telefone fixo, o celular, o e-mail. Parece uma dica básica demais, mas acredite, não é;
14) Usufrua do seu novo estilo de vida. Respeite sua rotina, mas não deixe de reservar tempo para você mesma, quando quiser, e sem dar satisfações a ninguém desde que suas obrigações estejam em dia;
15) Comemore todos os êxitos e sucessos por menores que sejam.

Matéria do Vila Mulher.

domingo, 20 de setembro de 2015

5 erros de mães empreendedoras


Montar um negócio próprio dá frio da barriga. Afinal, muitas vezes, a gente faz isso abrindo mão de um salário em uma empresa e também investindo nossas economias. Sem falar que ninguém quer ver sua ideia não dar certo, não emplacar.
Para seguir rumo ao sucesso, fuja dos erros mais comuns cometidos por mães empreendedoras, segundo Patrícia Travassos e Ana Claudia Konichi, as autoras do livro “Minha mãe é um negócio”:
1. Falta de planejamento: o plano de negócios de uma empresa é tão importante quanto os exames do pré-natal. Antes mesmo de abrir seu negócio é importante estudar o mercado, a concorrência e definir bem os objetivos e metas a serem seguidos;
2. Não impeça o crescimento do seu negócio: muitas mães empreendedoras tentam evitar o crescimento da empresa para seguir no controle de tudo. Elas querem fugir daquela sensação de quando o filho cresce e ganha independência, sabe? Elas se sentem menos necessárias na vida deles. No trabalho é a mesma coisa. Mas nenhum negócio sobrevive se depender de uma única pessoa. É preciso aprender a delegar funções;
3. Não misture filho com o trabalho: a empresa da mãe não pode virar o parque de diversões do filho. Isso pode dar uma imagem pouco profissional ao negócio. É bacana que as crianças visitem o negócio da mãe até mesmo para aprender sobre o valor do trabalho. Porém, isso não deve ser uma rotina;
4. Hobby não é negócio: quando um hobby deixa de ser um complemento de renda e passa a ser o trabalho principal da mulher, é preciso profissionalizar processos para evitar surpresas, principalmente de ordem financeira;
5. Não misture as contas profissionais e pessoais: parece básico, mas muitas mulheres perdem o controle da empresa quando misturam as finanças pessoais com as profissionais. O controle é fundamental.


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Mães empreendedoras


Aliar trabalho e tempo para a família tem sido uma das maiores batalhas da mulher moderna. Em busca de mais qualidade de vida e também retorno financeiro, muitas mães têm criado negócios pensando no mercado infantil.


Atualmente, cerca de 65% das mulheres retorna ao mercado de trabalho imediatamente após a licença maternidade. Desse total, 15% se dedica a outras funções e à criação de novas fontes de renda, segundo a especialista em empreendedorismo Fádua Sleiman.

É o caso das criadoras do site de compras coletivas "Pequenos por Menos". Lançada este ano, a página oferece várias ofertas para os pais, de colônias de férias a roupinhas com desconto. A ideia foi das amigas Roberta Coelho, economista, e Patricia Franco, psicopedagoga.

"Estávamos conversando informalmente sobre os sites de compras coletivas, que enchiam nossa caixa de e-mail, mas não tinha ofertas para nossos filhos. Facilitou também o fato de nos completarmos, dividimos as tarefas de acordo com nossas experiências", explica Patrícia.

"Na busca por parceiros, estamos encontrando tantas coisas novas e legais! E como escolhemos tudo com rigor de mãe, curtimos cada oferta como se fosse para os nossos filhos. E é claro que compramos também!", completa Roberta.

O espírito empreendedor das duas, que têm filhos pequenos, ajudou também no ambiente familiar. "Acho que estou mais relaxada. Trabalho perto de casa e até consigo buscar as crianças na escola de vez em quando. Ter o próprio negócio é uma grande responsabilidade, mas certamente minha qualidade de vida melhorou", declarou Roberta.

Com a consquista da independência financeira, as mulheres começaram a pensar mais em como empreender. Fádua afirma que todas passam por dois momentos na vida profissional. No primeiro, conquistam a estabilidade e aproveitam para investir na carreira e em si mesma.

Após a chegada dos filhos, é natural que todas as atenções se voltem para os pequenos. "Todo o dinheiro e trabalho é para ele. Ela passa a maternidade pensando em como garantir renda para dar tudo de melhor para o filho. Quando a criança tem entre 9 meses e 1 ano e meio é que elas executam o novo négócio", explica Fádua.

As "empreendedoras maternas" têm um perfil: são jovens entre 28 e 33 anos, antenadas e interessadas em moda e novidades. "Os négocios criados por mulheres, em sua maioria, estão ligados ao setor de vestuário, cosméticos e artigos para higiene e serviços, além de sites, onde elas podem passar mais tempo em casa", exemplifica a consultora.


Fonte: Bolsa de Mulher

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O que é?

É possível conciliar a maternidade ativa e os legados do feminismo? Para algumas pessoas, estas são duas ideias ou visões distintas e incompatíveis. No entanto, algumas mães conseguem uni-las em um fenômeno que chamamos de empreendedorismo materno.

O empreendedorismo materno é um fenômeno recente. Está mais avançado nos EUA e em países da Europa do que no Brasil, embora, nem sempre chamado deste jeito, seja já um fenômeno fácil de se perceber por aqui.

Calcula-se que mais de 10,4 brasileiras tocam seus próprios negócios e que atualmente, cerca de 65% das mulheres retorna ao mercado de trabalho imediatamente após a licença maternidade. Desse total, 15% se dedica a outras funções e à criação de novas fontes de renda. As "empreendedoras maternas" têm um perfil: são jovens entre 28 e 33 anos, antenadas e interessadas em moda e novidades.

O empreendedorismo materno é um fenômeno complexo, mas, grosso modo, poderíamos dizer que abrange estas mudanças no eixo profissional das mães, provocadas pela maternidade ou deflagradas a partir dela. A mãe empreendedora pode exercer uma nova atividade ou voltar ao seu antigo trabalho, mas buscando novas formas e um novo volume de dedicação.

Nesse sentido, podemos dizer que ele é impulsionado pelo desejo das mães de estar mais tempo ao lado dos seus filhos e de encontrar novas opções para a carreira profissional. Também são "motores" do empreendedorismo materno (em um sentido mais social-histórico) a flexibilização do trabalho e o surgimento da categoria "empreendedores"; o advento das novas tecnologias e mídias sociais, que permitem que se trabalhe a distância e em escritórios domésticos; a maternidade ativa e a criação com apego; e, claro, os legados e conquistas históricas do feminismo.

É importante dizer também que o empreendedorismo materno termina sendo uma opção individual das mulheres, muitas vezes porque o mercado de trabalho e a política no nosso país não são avançados no que diz respeito aos direitos da mulher e mãe e da família (dos pais também!). No entanto, acreditamos que, também em rede, podemos estar  juntas, lutando para que esta realidade mude e que, um dia, tenhamos o direito de estar com nossos filhos respeitado por leis e salvaguardado por políticas que reconheçam a necessidade de estarmos com eles e nos fazermos mais presentes em especial nos primeiros anos de vida.

Nossa intenção com este blog é justamente explorar todas as vertentes deste fenômeno, tentando entender o que é o EM e como podemos nos apoiar mutuamente (entre mães empreendedoras), trocando informações e modos de fazer e buscando mais visibilidade e reconhecimento para nossas iniciativas.


* Com informações do Portal Exame, do Portal Terra e do site Cia das mães

Bem vindos!!!!

É com muito prazer que apresento a Materna Consultoria.



Consultoria voltada para mães que queiram empreender.